Mostrando postagens com marcador motivação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador motivação. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Motivação para o ano.



O que fazer para nos mantermos motivados nos negócios e profissionalmente?

Tenho lido muito sobre negócios e vários autores citam a questão de motivação, pois se não estivermos motivados para tocarmos nosso negócio, quem estará?

É verdade que vários estudos comprovam a dificuldade de motivar alguém, no caso de uma equipe, é muito difícil motivarmos um colaborador, principalmente se ele não estiver aberto para a motivação. 

Existem várias técnicas e atitudes que auxiliam na motivação de uma equipe:
  • Estar aberto a sugestões e ideias
  • Se reunir e apresentar o planejamento do ano;
  • Acompanhar o trabalho da equipe e oferecer um feedback;
  • Monitorar o trabalho e manter um follow up, evitando assim possíveis atritos por conta de prazos;
  • Convidar membros da equipe para assistir palestras;
  • Indicar para participar de cursos em nome da empresa;

·         Levar para visitar feiras técnicas e discutir possíveis ideias de negócios.

·      Se reunir semanalmente, logo na segunda feira se possível, para alinhar o planejamento da semana, discutindo as dificuldades da última semana e as expectativas da qual está iniciando.

Não fique reclamando da situação, da economia ou do governo, se não tomarmos cuidado as palavras negativas tomam conta do seu vocabulário e quando menos percebermos estararemos reclamando ou concordando com outros perdedores.

Os empreendedores de sucesso, devem buscar energia lá no fundo para superar todos os desafios e ser um exemplo para a sua equipe e até mesmo para outros empreendedores.

Nesse ano planejei participar de cursos, a meta é participar de 1 curso profissional pelo menos por mês. Como toda energia conspira a favor quando estamos motivados, tenho participado de vários cursos e palestras voltadas na área de vendas e marketing, por exemplo ao terminar um evento eles recomendam outro, e com isso ampliamos nosso conhecimento.

Sempre falo das feiras em São Paulo, elas já estão acontecendo e devemos buscar oportunidade e ampliar nosso network. Em um curso de vendas que participei recentemente o professor AndréOrtiz lembrou todos que os cartões de visita devem estar de prontidão conosco, pois a qualquer momento podemos encontrar um possível parceiro ou cliente.

Teve um curso que foi realizado em um sábado, a princípio sempre pensamos: justo no final de semana? Imagine o desafio da equipe do IEV (Instituto de Especialização de Vendas) para motivar os participantes a irem até o curso em um sábado ensolarado com um calor de 32°! Fomos e participamos do curso, que foi um show. Já é o terceiro evento que participo do IEV e gostei muito de todos. Toda equipe lá trabalhando para a realização de um evento de alta performance.

Outra oportunidade é participar de associações e entidades de classe, nestes locais acontecem muitas reuniões. Ao participar será possível trocar ideias e oferecer seus produtos ou serviços.

Mantenha a mente aberta a novas oportunidades e procure uma boa leitura.

Pense nisso e voltaremos no próximo artigo.

Um abraço.

Nivaldo J Silva, diretor do CIESP de Santa Bárbara d´Oeste, diretor do e-Commerce www.CirurgicaSantaBarbara.com.br e www.LuGuicommerce.com.br



quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Maratona Valor PME 2017 – Líderes Inspiradores

Na terça-feira, 17 de Outubro, aconteceu em São Paulo, no Centro de Convenções do Expo Center Norte, a Maratona Valor PME 2017. O intuito do evento é o compartilhamento de experiências de grandes líderes empreendedores, que incentivam e motivam nossa jornada de negócios.
A equipe Cirúrgica Santa Bárbara marcou presença, e citamos alguns pontos importantes das palestras.


Iniciamos com o palestrante Eduardo Kyrillos, CEO do Icomm Group (Shop2gether e OQVestir), que pontuou algumas questões das atividades de um e-commerce. Suas experiências e conhecimento foram de grande valia, visto que atuamos no mesmo segmento e, portanto, identificamos dificuldades e oportunidades semelhantes tomando como base os processos do comércio eletrônico no Brasil. Desde a fundação da Shop2gether que o cenário vem mudando constantemente, o que o levou a identificar as oportunidades com base nas necessidades dos clientes e capacidade de atendimento de seus fornecedores, ampliando seu negócio. Eduardo também nos relatou sobre a recente fusão com a OQVestir, anteriormente sua maior rival no segmento, que agora unem forças no Icomm Group. A história inspiradora de Eduardo nos leva a refletir sobre os ensejos do mercado, que uma vez identificados podem nos levar a alcançar diferenciais nas projeções de crescimento no mercado.

Na sequência, Luis Gonçalves, presidente da DELL EMC Commercial no Brasil, discorreu sobre os serviços da prestados pela empresa, bem como a importância de usar a tecnologia à favor dos negócios, já que o avanço tecnológico e inovação digital nos tempos atuais é enorme. 






Fernando Scherer, o xuxa, nos emocionou com sua história de superação e persistência, não só no esporte como também no empreendedorismo. Entre suas principais conquistas na equipe brasileira de natação estão duas medalhas olímpicas, dez medalhas em Jogos Pan-Americanos e alguns recordes. Por muitas vezes lesionado e sentindo dores não desistiu de seus objetivos. Atualmente 
Fernando Scherer é empresário de atletas e possui negócios em outros ramos, como uma academia localizada no Beiramar Shopping, em Florianópolis e a Hammerhead, fabricante de produtos para natação. Fernando lidera seus negócios de maneira inovadora, assim fez da Hammerhead uma marca reconhecida por seus valores, sua integridade e seu amor ao esporte, algo que xuxa define como essencial nos negócios: o fazer com amor. 



Adriana Miglorancia, sócia fundadora da Nutty Bavarian, nos orientou sobre modelos de franquias que de fato funcionam. Ela ressalta a importância de novos franqueados estarem totalmente cientes dos processos do negócio. Para ela, entender profundamente os pontos positivos e negativos das atividades nos quiosques e estar disposto à realiza-las com destreza é chave fundamental para o sucesso do franqueado, algo que Adriana dá muita importância.



Seguindo a programação, mais uma empreendedora de sucesso com franquias: Cleusa Maria da Silva, idealizadora da Sodiê Doces. Aplaudida de pé pela plateia, ela nos encorajou com sua história de mulher guerreira e sonhadora, que mesmo em meio às adversidades não desistiu. Vinda de uma família extremamente humilde, Cleusa zela muito pela ética nos negócios. Sua forma de conduzir à levou ao sucesso. 


No período da tarde, retornamos ansiosos para conhecer a trajetória de Marcelo Cesana, presidente da Frooty Brasil, maior empresa de açaí processado do país. Marcelo nos relata sua grande dificuldade nos primeiros anos de produção, fase que muitos empresários já passaram. Mudanças de cenário, dificuldades na produção, entre outros fatos fizeram com que ele tomasse medidas alternativas mudando o produto oferecido, que antes era sorvete. A demanda pelo açaí veio repentinamente e ele logo identificou a oportunidade. A estrutura da empresa nesse momento facilitou sua entrada para o mercado, que hoje continua em expansão. 



Mediado por Camilla, da Endeavor , participaram juntos de um painel: Thomaz Srougi, fundador e CEO do Dr. Consulta e Bruno Balbinot, fundador e CEO da Ambar, relatando sobre suas principais dificuldades no início de seus empreendimentos. Atuando em ramos diferentes, concordam que a falta de foco é a principal vilã na assertividade de um negócio. É preciso focar em um produto ou serviço específico para que haja imersão na vivência desse mercado, amenizando assim possíveis erros e falhas.


Arrojado e otimista, Bob Wollheim, head of digital do Grupo ABC, nos intrigou com algumas provocações, assim denominadas por ele, com intuito de nos levar a pensar de forma diferente tendo em vista a crise que enfrentamos em nosso país. Bob destacou as vantagens e benefícios da valorização da cultura brasileira, algo que o brasileiro deixa a desejar por muitas vezes, levando em consideração a cultura de que tudo que “vem de fora” é melhor. Adaptar as ideais de acordo com nossa cultura e pensar positivo é um dos segredos para alcançar o sucesso.


Flávio nos deu uma injeção de motivação no empreendedorismo. Apresentou conceitos e hábitos com finalidade de nos levar a analisar nossas ações baseado em pesquisas recentes. Destacou os três principais motivos que incentivam o empreendedorismo, sendo eles, o financeiro, a realização profissional e pessoal e a liberdade, bem como as três características mais importantes: visão, coragem e competência.



Cada palestrante trouxe fatos relevantes de sua trajetória, como suas fraquezas, erros e acertos, visão, superação e como lidaram em cada circunstância. Podemos observar algo em comum entre eles: a fé. Todos falaram sobre a crise existente em nosso país, mas também relataram a importância de não deixar de acreditar e batalhar para um lugar melhor, sem se deixar abater pelas dificuldades, pois elas sempre existirão.
Em tese, vemos um Brasil de sonhos, de potencial, de pessoas com ideias e ideais incríveis e é nesse Brasil que devemos viver. Fica aqui o nosso aprendizado: empreender é fazer muito com pouco.

Vamos em frente! 

Nivaldo J Silva, diretor do CIESP de Santa Bárbara d´Oeste, diretor do e-Commerce www.CirurgicaSantaBarbara.com.br

sexta-feira, 16 de junho de 2017

O empreendedor corporativo



Será que todos necessitam abrir seu próprio negócio ou podem ser felizes no próprio trabalho?

Acredito fielmente que nem todos devem abrir seu próprio negócio, por vários motivos, e é isso o que vamos discutir nesse artigo.

Para tocar um negócio próprio precisamos ter muita dedicação de tempo, de recursos financeiros, de uma boa dose de visão estratégica do negócio e de relacionamento com os players do ambiente profissional em que está empreendendo. Posso ser um ótimo profissional técnico e eficiente no que faço, no entanto, não querer arriscar em um novo negócio, ou ainda querer aguardar um melhor momento para abrir seu negócio. A questão é, devo ficar na empresa e fazer meu trabalho de uma maneira mais simplista, fazendo somente o básico; ou devo ter um comportamento mais diferenciado e e agir em algumas situações como se esse fosse meu próprio negócio?

Fico com a segunda opção; Ao trabalhar de uma maneira muito ambiciosa querendo obter os melhores resultados, esta pessoa estará testando suas ideias de gestão e se um dia abrir seu próprio negócio ela não terá grandes dificuldades de aplicar o que já utilizava no seu dia a dia.

Geralmente o empreendedor corporativo tem facilidade de trabalhar em equipe, de motivar seus colegas de trabalho, se destaca pelo otimismo mesmo nas situações mais críticas, tem uma visão aguçada para problemas difíceis, consegue ouvir a equipe em que está inserido e também pensa nos vários departamentos da empresa.

Em algumas situações o intra-empreendedor (empreendedor corporativo) surge quando uma crise se agrava na empresa e é necessário uma liderança entre os colegas. Não estou falando do chefe necessariamente, mas de um líder, aquele que guiará o time para passar esse momento crítico, que pode ser da economia ou do ambiente de trabalho que não está indo bem.


Nas minhas aulas menciono que considero uma empresa como se fosse um prédio, que a empresa não fez nada de bom ou de errado para o cliente, que quem faz o correto ou surpreende o cliente é o profissional que está em contato com o produto ou serviço, que são os colaboradores que fazem acontecer e tornam a empresa um local para se trabalhar de forma agradável ou difícil. Quando pensamos em focar na pessoa, teremos a pessoa-cliente, a pessoa-colaborador, assim como outras pessoas no ecossistema da empresa e que todos estão interligados.

O empreendedor corporativo consegue ver de uma maneira mais eficiente toda essa ligação entre as pessoas e sugerir um melhor atendimento ou uma dica ao colega de trabalho de maneira que o ambiente fica melhor para se trabalhar.

Difícil? Talvez um pouco, mas não impossível.

Termino o artigo dando algumas dicas que podem ajudar a se tornar um empreendedor corporativo:
Participe de palestras.

Visite feiras

Leia mais sobre seu negócio, seu setor, seu departamento, o site da endeavor é uma ótima dica.

Seja otimista.

Leia mais livros.

Curta sua família.

Se preocupe com seu lado espiritual.

Converse menos e ouça mais.

Seja proativo quando solicitarem um voluntário no seu setor para um serviço, até mesmo que seja em outra área.

Siga nas redes sociais pessoas relacionadas a negócios, como por exemplo: Flavio Augusto, Bel Pesce, Marcos Hashimoto e muitos outros.

Já tive situações que pensei estar sendo atendido pelo dono da loja, pela forma prestativa da vendedora se portava, isso certamente é uma característica muito boa dessa profissional. Por exemplo minha irmã é coordenadora de uma grande escola de idiomas, e já houve situações onde os pais dos alunos perguntaram se ela era sócia da empresa, pela maneira que ela se portava e se preocupava com os detalhes. Eles ficaram surpresos quando ela respondeu que não era sócia, mas que estava lá para fazer seu melhor.

Será que nós podemos fazer melhor, atender melhor, ensinar melhor?

Fiquem com Deus e vamos nessa, sermos melhores!
Até o próximo artigo.

Nivaldo J Silva, Mestre em Engenharia de Produção pela UNIMEP, Professor Titular de Planejamento Estratégico e Empreendedorismo na UNISAL, diretor do CIESP de Santa Bárbara d´Oeste, diretor do ecommerce CirurgicaSantaBarbara.com.br
Blog: NJSconsultoria.blogspot.com.br.


quarta-feira, 11 de maio de 2016

Empreendendo com os filhos.


No post de hoje vou comentar sobre dois pontos interligados com os negócios.

Recentemente fui convidado para participar de uma corrida realizada pelo Rotary Clube de Santa Bárbara d’Oeste. No Domingo convenci toda minha família para corre junto, como não sou nenhum maratonista fui no meu ritmo e consegui terminar os 8 km. Um detalhe importante, meu filho de 10 anos também quis participar, minhas tentativas de tentar fazê-lo mudar de ideia foram em vão, então largamos juntos na corrida, mas depois de uma volta ele já estava cansado e ficou para trás. No final da prova o organizador me procurou e disse que se meu filho completasse a prova ele ganharia um troféu. Então eu o procurei para dar a notícia a fim de incentivá-lo. Para minha surpresa ele já estava na reta final! Sua alegria ao ganhar o troféu foi tão grande, ele não estava ali competindo, ele estava somente se divertindo.


Outro exemplo que quero compartilhar: cultivamos o hábito da leitura e escrita em casa com meus filhos, outro dia encontrei uma estória que minha filha tinha escrito, era mais ou menos assim:
Eu gosto de brincar de casinha, pego caixa de papelão e monto minha casinha com reciclado, fica bonito e gosto muito.
Minha amiga disse que isso é coisa de criança. Eu disse que não é.
Fiquei triste e fui falar com a minha mãe. Mas ela estava ocupada e meu pai chegou e disse que devo continuar a fazer a casinha de papelão.
Eu fiz e levei na escola na feira de mostras de atividades e no fim eu ganhei o prêmio.

Minha filha tem 8 anos e é muito criativa é claro que é uma estória simples. Ela grava alguns vídeos conversando com suas bonecas, comportamento que se tem se tornado sucesso entre os Youtubers famosos, como por exemplo o 5incominutos da Kéfera, e Felipe Neto, eu tenho incentivado e até criei um canal paraoYoutube.




A ligação desses dois exemplos é a necessidade que temos para a resiliência, seria fácil para meu filho desistir da corrida e voltar na metade do caminho. Mas como todo empreendedor ele insistiu sem a necessidade de ganhar algo, no fim acabou ganhando o troféu, mas ele não sabia disso quando decidiu continuar até o fim. O mesmo acontece nos negócios, iniciamos sem saber se dará certo ou não. A questão é estarmos preparados e dispostos a enfrentar os desafios, mesmo quando tudo estiver difícil, continue.
Analisando minha filha e suas casinhas de papelão, esse comportamento é uma inspiração para a maleabilidade, se ajuste ao que você possui no momento. Existe um termo em empreendedorismo que é o “effectuation” veja esse material sobre effectuation, significa que devemos nos virar com o que temos. Um exemplo disso são os aplicativos para celular, investem-se recursos sem a certeza de quanto o retorno acontecerá. Onde é investido certa quantia de recurso e não tem certeza quanto terá de retorno, mas inicia-se com uma ideia e um pequeno investimento.
“Utilizo os exemplos dos meus filhos para refletirmos que é possível empreender. Essas atitudes são naturais, eles não fazem ideia do porque estão agindo assim. Cultive em você atitudes parecidas. Desenvolva com ajuda de recursos, e conhecimento, as habilidades empreendedoras que estão ‘adormecidas’ em você.
Observe o próximo, seus filhos, as pessoas com quem trabalha, identifique, reconheça e inspire-se em cada gesto empreendedor que eles tenham. ” Acredito que poderá se surpreender ao fazer esse simples ato de observar.
Fiquem com DEUS.
Até o próximo post.
NJS Consultoria Empresarial 

contato@njsconsultoria.com.br



segunda-feira, 7 de março de 2016

8 Regalias Acessíveis para Empresas que seus Colaboradores vão Adorar

*originalmente publicado por Peter Cohan no site Inc.com.

Com todas as dificuldades que o atual cenário econômico tem imposto as empresas, usar a criatividade para diminuir despesas sem demissões pode ser a chave para manter os colaboradores motivados e parceiros da empresa. 
O texto que trazemos hoje é uma publicação de Peter Cohan que fala sobre pequenas regalias que a empresa pode prover para seus colaboradores. O link com texto original pode ser acessado no fim desta publicação.


TRADUÇÃO:Se o seu colaborador top talent ainda está recebendo ofertas de concorrentes com situação financeira melhor, sua empresa pode sofrer uma rápida perda de talento.A menos que você precisa de seus funcionários no escritório, você pode fazê-los sentir-se bem ao deixá-los evitar o trânsito e trabalhar em casa um dia ou dois por semana.
Isso não vai custar mais a sua empresa e vai tornar a vida dos seus funcionários um pouco mais fácil, desde que eles não sintam que sua ausência irá prejudicar o seu desempenho na empresa.
Muitas empresas pagam os funcionários para oferecer serviços à comunidade alguns dias por ano.
Ao escrever o meu livro de 2003, Value Leadership, eu aprendi que os funcionários da Southwest Airlines achavam incrivelmente significativo servir no McDia Feliz em todo o país, porque queriam ajudar as famílias de crianças em tratamento de câncer.
Se você comprar pacotes de ingressos para um filme que agrade muitos dos seus funcionários, você pode fazê-los felizes, permitindo que eles estreitem relações fora do trabalho, e tudo por uma quantidade modesta de dinheiro.
Outra coisa que eu aprendi ao escrever Value Leadership é que pessoas criativas gostam de ser reconhecidos por seus pares.
A 3M tem uma Carlton Society que reconhece a notável criatividade dos empregados - e as recompensas são dadas pelos próprios colegas de trabalho.
Não custa muito dinheiro e as recompensas emocionais aos participantes é inestimável.
Se a sua empresa está localizada no Nordeste (dos EUA), você está experimentando um pouco de neve e chuva nesta época do ano.
Se você puder encontrar um lugar que ofereça agendamento de lavagem de carro, você pode ser capaz de dar aos seus empregados lavagens de carro grátis, sem gastar muito dinheiro.
Se a sua empresa vende um produto ou serviço ao consumidor, você deve oferecer aos funcionários um desconto de 20% para 30%.
Uma vez que os membros da família e amigos de seus colaboradores ver o produto de perto, alguns deles podem sair e comprá-lo ao preço regular.
Muitas empresas pagam mais de US$ 1.000 aos empregados que recomendar alguém que é contratado e permanece no cargo por seis meses.
Você pode considerar a criação de um incentivo para esses leads que custe menos - dando ao empregado um outro dia de folga pago.
Se os funcionários usam cartões de crédito corporativos para comprar passagens aéreas ou pagar por hotéis, a sua empresa é o legítimo proprietário dos pontos de milhagem que se acumulam sobre os cartões.
Você pode deixar seus funcionários usarem esses pontos. Um colaborador de uma empresa de consultoria acumulou pontos suficientes para desfrutar de um fim de semana de esqui de luxo em um resort de Utah.

Se a sua empresa precisa apertar o cinto, não force seus maiores talentos no processo. Experimente estas oito maneiras acessíveis para mantê-los felizes.
Nota do editor: "Os primeiros 90 dias" é uma série sobre como fazer de 2016 um ano de crescimento para o seu negócio. Conte-nos como você está fazendo a contagem dos primeiros 90 dias juntando-se a nossa conversa nas mídias sociais com a hashtag ‪#‎Inc90Days‬.
As dificuldades dos mercados financeiros mudaram a imagem das startups financiadas com capital de risco. Em vez de receber todo o dinheiro que você precisa para crescer rápido, as empresas estão perdendo o acesso a novos financiamentos.
E isso pode significar que você precise fazer o dinheiro que você tem, durar, mudando seu foco de crescimento rápido para a rentabilidade.
A melhor forma de evitar que seus funcionários saiam de repente é contratando pessoas que acreditam profundamente na missão de sua empresa e que estejam ansiosos para contribuir e ajudar a alcançá-la mesmo em tempos difíceis.
Para fazer com que seus funcionários se sintam melhor sobre fazer isso, considere estas oito formas de recompensá-los sem estourar seu orçamento.

1. Deixe seus funcionários trabalhar de casa (HomeOffice)
2. Pague-os para servir a comunidade
3. Dê ingressos de cinema para grupos de pessoas
4. Permita que seus funcionários reconheçam seus melhores
5. Forneça lavagens de carro gratuitas
6. Ofereça descontos em seu produto para seus colaboradores
7. Dê um dia de folga pago para contratações indicadas
8. Dê aos colaboradores seus pontos de milhagem
Deixar que os colaboradores usem essas regalias, torna-os felizes e custa a sua empresa pouco ou nada.
Crises financeiras exigem maneiras acessíveis para manter os funcionários felizes.
Mas o que funcionará melhor é criar uma cultura em que as pessoas que trabalham na sua empresa compartilhem de seus valores e são tão apaixonados trabalhando para tornar a sua empresa bem-sucedida que, em uma crise que eles estão dispostos a trocar dinheiro por apreciação.
________________________________________________________________________

Bem interessante não? O atual cenário econômico é inevitável, portanto depende de cada um de nós usarmos as ferramentas que temos para nos mantermos competitivos no mercado.

Lembre-se: o maior bem de uma empresa são as pessoas que nela trabalham!

Até o próximo post.

Monica Ribeiro
Administradora e colaboradora do blog da NJS Consultoria

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Em quem você se espelha?

Publicado originalmente no Jornal Diário de Santa Bárbara d'Oeste.
Este artigo foi escrito para trazer uma reflexão sobre as pessoas ao nosso redor que nos influenciaram ao longo de nosso crescimento e em quem nos espelhamos hoje. É a primeira parte de uma série que trará exemplos das mais diversas áreas, que influenciam e inspiram pessoas por onde passam.

(clique na imagem para ampliar)
No próximo post falaremos dos exemplos populares que nos afetam, quem são e o que fazem essas pessoas excepcionais.

Fiquem com Deus e conte comigo!

Nivaldo J Silva