Pretendo trazer com frequência um vídeo sobre alguns livros.
Apresento abaixo o vídeo do Livro Empresas feitas para vencer - Jim Collins
Espero que gostem e aproveitem.
Já utilizei esse livro em um post no inicio do ano, mas como o mercado está parado, devemos rever todo material e pensar em novas atitudes e ações.
Tenho falado nas palestras e aos clientes, é hora de se mover o mais rápido possível.
Falam que as crises são cíclicas, de tempo em tempo elas veem e vão, mas estamos em uma e não sabemos se é o início, meio ou se já é possível prever um fim.
" Acredito que a dificuldade para construir algo bom e algo excelente é a mesma. talvez seja estatisticamente mais raro atingir a excelência, mas isso não demanda mais sofrimento do que é necessário para perpetuar a mediocridade."
Gostei e indico para leitura.
Fiquem com DEUS e até a próxima.
Não deixem de comentar e sugestões são bem vindas.
Blog voltado para empreendedores, estudantes, empresarios, pessoas interessadas em conhecer um pouco mais sobre empreendedorismo, CANVAS, novas ideias de negócios. Para quem pensa fora da caixa!
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Apresentação do Livro - 1
Nesse inicio do ano estou lendo bastante e preparando o material para a Consultoria e também para as aulas, acredito que é importante nos prepararmos e planejarmos para todas as ações, por exemplo no dia a dia e também no profissional:
Você chega no horário para os compromissos?
Sua reunião inicia no horário? Termina no horário?
Você marca com uma pessoa uma reunião e qual é o seu pensamento?
... ele sempre chega atrasado...
ou
...é melhor eu adiantar tudo, pois ele sempre chega no horário.
pense nisso, é melhor sermos lembrados pela pontualidade.
No livro Business Model You
Como você gostaria de ser lembrado pelos seus amigos, contatos, fornecedores ou clientes?
....
Eu gosto e uso o termo:
• Você esquece o que ouve.
• Você se lembra do que vê.
• Mas só compreende o que faz.
• Você se lembra do que vê.
• Mas só compreende o que faz.
Sendo assim, tomei a iniciativa e gravei o primeiro vídeo apresentando um livro, a ideia é levar um pouco dos assuntos discutidos no livro para os empresários, alunos e interessados pelo tema.
Resumo do Livro:
Usando a ciência da estratégia, o livro Estratégia – do planejamento à execução vai ajudá-lo a enfrentar os importantes desafios que você encara tanto no desenvolvimento das estratégias quanto na dificuldade de colocá-las em ação.
Com o objetivo de mostrar estratégias poderosas para obter sucesso em um mundo competitivo, o livro responde às seguintes perguntas:
• O que sabemos sobre estratégia?
• O que a estratégia pode fazer por você?
• Como usar ferramentas de estratégia de maneira eficiente?
• Como mobilizar pessoas com estratégia?
• Como evitar armadilhas, problemas e fracassos?
• O que a estratégia pode fazer por você?
• Como usar ferramentas de estratégia de maneira eficiente?
• Como mobilizar pessoas com estratégia?
• Como evitar armadilhas, problemas e fracassos?
Espero que aprovem a ideia, logo gravarei outro.
Entrem em contato e podemos aprofundar os temas discutidos aqui.
Fiquem com DEUS!
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Empresas feitas para vencer - Jim Collins
Dizem que podemos desejar feliz ano novo até o dia 15 de janeiro, sendo assim, aproveito esse espaço e desejo a todos um FELIZ 2015.
Como todo inicio de ano, é importante rever o planejamento estratégico, plano de negócios, plano de vida, enfim, todos os planos, então esse é o momento.
O ano promete ser muito difícil no quesito economia, mas não pretendo discutir hoje esse tópico, pois, gastaria todo o espaço do Blog, acredito que temos que seguir em frente.
Separei um texto interessante do Livro - Empresas feitas para vencer
Como estamos no inicio do ano, devemos orientar nossa equipe a direção que a empresa irá trabalhar, não somente nesse ano, mas nos próximos. dentro dessa ideia separei um trecho do Livro Empresas feitas para vencer do Jim Collins, espero que aproveitem no planejamento da sua empresa.
Será que estamos na empresa muito ocupados e não vemos as ideias que nos são sugeridas?
Jim Collins reforça muito a questão de ter a equipe certa:
“ Não sei para onde devemos levar essa empresa, mas sei que, se começar com as pessoas certas, se fizer a elas as perguntas certas e engajá-las num vigoroso debate, nós vamos encontrar uma forma de tornar essa empresa excelente”.
O livro inteiro é muito bom, mas tem uma abordagem que ele destaca na página 221 sobre o sucesso das empresa, será que as empresas conseguiram chegar ao melhor resultado do dia para a noite?
Boa leitura!
Fiquem com DEUS.
O efeito volante - Jim Collins.
Imagine um volante enorme e pesado - um disco maciço de metal, montado horizontalmente em um eixo, com cerca de 9 metros de diâmetro, 60 centímetros de espessura e umas 2 toneladas de peso. Agora, imagine que sua tarefa seja fazer esse volante girar sobre seu eixo, com a velocidade e pelo maior tempo possível.
Com grande esforço, você consegue fazer o volante se deslocar um milímetro, a princípio com um movimento quase imperceptível. Você continua a fazer força e, após duas ou três horas de esforço contínuo, consegue fazer o volante completar uma volta.
Você prossegue, e o volante começa a se mover um pouquinho mais rápido; com grande esforço, sem parar, você completa uma segunda rotação. Continua a fazer força numa só direção. Três voltas...quatro...cinco...seis… o volante ganha velocidade… sete… oito… você continua… nove… dez… ele ganha ímpeto… onze… doze… move-se mais rápido a cada volta… vinte… trinta… cinquenta… cem.
Aí, em algum momento começa a ruptura! O impulso continuamente imprimido à engenhoca trabalha a seu favor, lançando o volante para diante, volta após volta… vruuummm! O próprio peso imenso do volante trabalha para você. Não há mais necessidade de empurrar com mais força do que o fez na primeira volta, e o volante gira cada vez mais rápido. Cada volta se soma ao esforço. O grande e pesado disco parece voar, com um ímpeto quase impossível de deter.
Agora imagine que alguém chegasse e perguntasse: “Qual foi o grande esforço que fez essa coisa andar assim tão velozmente?”.
Você não teria condições de responder; trata-se de uma pergunta tola. Foi o primeiro esforço? O segundo? O quinto? O centésimo? Não! Foram todos eles somados, num acúmulo global de esforço, aplicado numa direção consistente. Alguns trancos talvez tenham sido mais fortes do que outros, mas cada impulso isolado - idependentemente da intensidade - reflete uma pequena fração do efeito cumulativo inteiro sobre o volante.
A imagem do volante sintetiza a percepção global do que acontecia dentro das empresas, no processo de transição de boas para excelentes. As transformações, nas empresas “feitas para vencer”, nunca aconteceram de uma só vez, independentemente de quão impressionante fosse o resultado final. Não houve uma ação definidora isolada, nenhuma inovação arrasadora, nenhum intervalo de sorte, nenhuma revolução súbita.
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
Feliz Natal e Próspero 2015!
Segue artigo publicado no jornal Diário de Santa Bárbara d´Oeste no dia 18/12/2014.
Passe mais tempo com sua família, ela é a base
sólida para as dificuldades do dia a dia.
Aproveite o sorriso de uma criança e sorria
também, pode ser que alguns tenham dores musculares, mas logo passará, continue
não desiste, de sorrir.
Encontre o seu motivo de sorrir, alguns
encontram inspiração nos filhos, sobrinhos, outros em animais de estimação, em
paisagens que estão ao nosso lado e não percebemos.
Chore se for preciso, aqui apresentei a foto da
nossa avó Barbara que se foi. Uma foto com os bisnetos dela, mas como faz parte
da vida, DEUS a chamou. Sim nos negócios temos os contratempos que queremos
chorar, então chore, mas depois levante e siga adiante.
Planejar 2015, eis a dificuldade, mas temos que SUPERAR.
O ano de 2014 deve ser esquecido?
Acredito que não, podemos aprender com os erros e acertos. Em empreendedorismo
destacamos a importância de encontrar os erros e aprender com eles, para que
não ocorram novamente.
Poderíamos pensar o mesmo em
relação à economia e resultado do mercado para 2014, no entanto quando falamos
das questões que dependem do setor público, fica muito mais difícil, por
exemplo, o aumento da taxa SELIC, nós do CIESP já reclamamos, e nosso
presidente o Paulo Skaf diz que Banco Central erra com a decisão do Comitê de
Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) de elevar a taxa Selic em
0,5 pp, passando a 11,75% a.a.
São vários pontos para nos
preocuparmos no próximo ano, como a crise hídrica nas regiões abastecidas pela
SABESP e do PCJ, no qual estamos inseridos e já estamos sofrendo com um
racionamento, este ainda não afetou a indústria diretamente, mas lembro que
também a indústria está em marcha lenta nesse momento, já pensou se
estivéssemos acelerando?
Existe um ditado que diz que
aprendemos mais com as dificuldades, então iremos nos formar em mestres, pois
as dificuldades não param e pelo que vemos pela frente, serão maiores ainda.
De qualquer maneira não podemos
desistir, temos que superar, foi nessa linha de raciocínio que no início desse
mês, apresentei uma palestra sobre Empreendedorismo e Superação no CIESP de Rio
Claro, destacando exatamente essa questão, a de encontrar motivos para SUPERAR
tudo que passamos em 2014, iniciando 2015 com a cabeça erguida.
Como já estamos no final do ano,
com ele temos a oportunidade de reunir a família, os amigos e pensarmos que no
ano que vem, sim, seremos felizes, então falei na palestra:
Simples assim. Fácil? Não. Mas
temos que nos esforçar para conseguir. Então inicie já o seu planejamento para
2015, mesmo que seja um rascunho, mas tenha em mãos, pois o ano novo já se
aproxima e igualmente a esse ano, ele passará voando.
Deixo aqui o meu Feliz Natal e
próspero Ano Novo a todos.
Um abraço e fiquem com DEUS.
Nivaldo J Silva, é Consultor na
NJS Consultoria, Professor de Pós Graduação na UNISAL e diretor do CIESP SBO.
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Planejamento e Inovação
Chupeta que mede temperatura e envia informações para celular é a grande vencedora do Grand Prix SENAI de Inovação.
http://www.portaldaindustria.com.br/senai/canal/gpinovacao/
As melhores ideias foram prototipadas em tempo real e seus modelos de negócio desenvolvidos em parceria com startups.
As startups tiveram a oportunidade de receberem mentoria e orientação para seus negócios no mesmo momento do Grand Prix SENAI, aconteceu o Open Innovation Week
Já estamos em dezembro e devemos pensar nas oportunidades que 2015 trará para nossos negócios.
Pense nisso e entre em contato conosco da NJS Consultoria.
Ajudaremos a realização do plano.
Fiquem com DEUS
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Empreendedor Corporativo
Podemos empreender dentro da empresa?
Para aqueles que trabalham em uma empresa e não pensam em montar seu próprio negócio, chamamos de Empreendedor Corporativo ou Intra-empreendedorismo.
A ideia é que esse profissional também empreenda, mas dentro do próprio negócio, para isso é necessário ter algumas qualidades importante, a mesma que um Líder apresenta.
Envio um artigo do Prof. Marcos Hashimoto, sobre empreender dentro da empresa.
Boa leitura e fiquem com DEUS.
Seja um empreendedor dentro do seu emprego
·
Há duas
semanas tive a grata satisfação de assistir a uma palestra do americano Gifford
Pinchot III, criador do termo intrapreneur, ou intra-empreendedor, durante a
cerimônia de premiação do I Ranking Nacional de Empreendedorismo Corporativo,
em São Paulo, promovido pela Revista Exame e pelo IBIE (Instituto Brasileiro de
Intra-empreendedorismo). Relato abaixo algumas dicas que ele deu para aqueles
que querem se tornar empreendedores dentro das empresas:
- Idéias são como insetos. Muitas nascem, mas poucas
crescem. Nenhuma, no entanto, pode ser descartada logo de cara. Não existem más
idéias, o que existe são idéias que não foram amadurecidas o suficiente. Se
alguém não gostar da sua idéia, pode ser porque: a) Ele não a entendeu, nesse
caso você precisa se comunicar melhor e isso requer preparação e planejamento;
b) Não é o momento certo, você pode estar queimando uma boa idéia porque se
antecipou em apresentá-la; c) Você não demonstrou que ela é viável, aí você
precisa aprimorá-la, melhorá-la, estruturá-la, amarrar todas as pontas soltas.
Se o seu chefe fizer uma pergunta sobre sua idéia e você não tiver resposta é
porque existem pontas soltas que tiram a credibilidade da sua viabilidade.
- Cultive uma boa reputação. Pinchot diz que os
investidores acreditam mais na capacidade do empreendedor do que na idéia em
si. Para eles é melhor investir num empreendedor classe A com uma idéia classe
B do que num empreendedor classe B com uma idéia classe A. Para isso, é
importante que as pessoas confiem em você, que você tenha um histórico
profissional com muitas realizações e bons exemplos, que você demonstre as
competências para iniciar o empreendimento sugerido, que você demonstre
auto-confiança, entusiasmo, determinação e comprometimento com a idéia proposta.
- Assuma a responsabilidade. A alta administração não
quer que as pessoas simplesmente gerem idéias. Eles querem empreendedores
completos, ou seja, que possam transformar uma boa idéia em realidade. O
empreendedor interno precisa, assim, ser capaz de tocar projetos, constituir e
liderar equipes, colocar a mão na massa, gerar resultados, criar valor, gerar
protótipos e testar o novo produto, vender e ensinar a vender.
- Trabalhe na clandestinidade. Muitas culturas corporativas são restritivas com relação a iniciativas de funcionários. Se este for o caso da sua empresa, procure trabalhar escondido no seu projeto. Trabalhe depois do expediente, assuma que a dedicação de tempo pessoal representa uma forma de investimento seu no projeto. Não deixe que as pessoas saibam o que você está fazendo até que tenha algo apropriado para mostrar. O argumento de venda é mais eficaz quando se apresenta alguma coisa palpável. Pinchot diz: É mais fácil pedir desculpas do que permissão.
- Descubra formas de transpor as
barreiras burocráticas. A burocracia é a causa da morte da maioria dos projetos
empreendedores na organização. Existem várias formas de lidar com ela: Uma
delas é usar as relações pessoais para agilizar os trâmites burocráticos,
possuir uma boa rede de relacionamentos, tanto interna como externa à empresa,
sempre ajuda a tirar algumas pedras do caminho; outra forma é conquistar o
apoio de um diretor e usá-lo para apadrinhar o projeto, tirando proveito de
sua influência para fazer as coisas acontecerem.
- Não espere dinheiro como
recompensa. Se
você espera apenas ficar rico com suas idéias vai se frustrar com o
empreendedorismo, tanto interno como o externo. Mas se você for movido por
realizações, desafios, projeção de imagem, reconhecimento público ou outras
formas de compensação, então prossiga. Empreendedores com visão exclusivamente
mercenária não são mais bem vistos em nenhum lugar. As pessoas precisam
enxergar o empreendedorismo corporativo mais como uma via alternativa de
carreira do que necessariamente uma fonte de remuneração adicional. Se o
dinheiro vier, ótimo, mas outros fatores de motivação intrínseca devem
mobilizar o funcionário a empreender. Pinchot cita uma declaração de Art Fry, o
inventor do célebre bloquinho Post it quando indagado dos motivos pelos quais
não abria sua própria empresa: Eu tenho dinheiro o suficiente para mim, e aqui
dentro (na 3M), os engenheiros me procuram, tenho acesso a informações e
recursos e as portas estão sempre abertas. Porque sair?
- Vá trabalhar todo dia com o
espírito de quem será demitido. Pinchot enfatiza a necessidade de se arriscar
também. O ambiente interno da empresa dá mais segurança para correr alguns
riscos calculados do que o ambiente externo ao qual o empreendedor tradicional
está sujeito. Dentro da empresa, as pessoas já são conhecidas, você mantém o
seu salário, pode usar uma parte da estrutura da empresa, assim como o capital
- se seu projeto for aprovado. Nada disso, no entanto, dá garantias de que seu
projeto será um sucesso, ou, se fracassar, que seu emprego será mantido. A
empresa poderá assumir o risco financeiro sobre sua idéia, ou não. Mas você
estará sempre colocando sua reputação e seu cargo em jogo. Esteja preparado
para o pior.
Marcos
Hashimoto é professor na ESPM (Escola Superior de Propaganda e
Marketing), Consultor e Palestrante, doutor em Administração de Empresas pela
EAESP/FGV (Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio
Vargas), e pesquisador do
Mestrado Profissional da Faccamp autor de
vários livros sobre empreendedorismo. Seu site pessoal é
www.marcoshashimoto.com.
terça-feira, 11 de novembro de 2014
CANVAS / Network
Nos últimos dias estou tendo bastante trabalho para registrar a quantidade de cartões de visita como Network.
Apresentei uma palestra na UNIMEP sobre CANVAS e postei o vídeo no site NJSconsultoria.com.br, a palestra foi muito boa e surgiram clientes interessados em levar o treinamento CANVAS para a sua empresa.
Estou participando do projeto InovAtiva Brasil, e por conta disso fui convidado pela Syndreams para participar do Acelera Startup FIESP no dia 12/11/2014 como mentor, onde vou orientar alguns empreendedores, além de fazer muito Network.
No dia 06 e 07/11 participei do Master Class com o criador do CANVAS, Alexander Osterwalder, foram dois dias fantástico para Business, o nível dos participantes era alto, o que fica melhor ainda, pois, quando conversamos com os colegas era possível aprender muito.
Como estou usando e ensinando muito sobre CANVAS, não poderia de tirar uma foto com ele, com certeza irá para a apresentação das palestras.
Aqui a turma estava ansiosa para ver quem iria ganhar o desafio do Marshmallow. aqui um link falando mais do desafio, link.
Evento nota 10, altamente profissional, também foi organizado pela HSM.
Fantástico.
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