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quinta-feira, 1 de julho de 2021

Brasil na retomada da economia em 2021


O momento ainda é muito delicado na questão de saúde no Brasil, neste artigo pretendo focar no assunto da retomada da economia para 2021, já que é a área que temos maior afinidade e na qual o CIESP e a FIESP podem ajudar nossas indústrias.

No CIESP temos todos os técnicos focados em auxiliar os empresários em todas as dúvidas possíveis neste momento difícil, seja com feirão de crédito, licenciamento ambiental, Lei Geral de Proteção dos Dados LGPD, sistema de logística reversa de embalagens em geral dentre muitas outras áreas que as indústrias necessitam no dia a dia. Tudo pensando em estar preparados no momento que o seu segmento voltar a crescer. Claro que existem setores da economia que já estão com a produção a todo vapor, enquanto outros segmentos ainda não sentiram essa melhora.  

A previsão de crescimento do PIB está em 5,7% para a FIESP, e segundo relatório Focus: PIB deve encerrar em 5,05% em 2021. O setor do agro ainda é o principal por conta de vários fatores que contribuíram para esta retomada forte. Mas também alguns setores industriais que estão com falta no mercado por conta da falta de matéria prima, uma vez que a produção de muitos produtos não está sendo suficiente para a demanda que está forte.

Outro ponto muito importante a considerar neste cenário otimista é que há um forte crescimento da economia mundial e tudo isso aumenta mais ainda a expectativa de melhora, principalmente puxando o setor da agropecuária e consequentemente todas as indústrias relacionadas a este setor, por exemplo se o agro vai bem, a fabricante de tratores vai bem, a de bomba de poço artesiano vai bem, automóveis utilitários, e vários outros seguem a mesma linha de mercado.

Outro setor que está muito bem é o relacionado a saúde, os hospitais estão demandando muitos insumos e equipamentos para toda a ampliação que foi e será necessária, vários fabricantes da região estão sentindo esta demanda e trabalhando para atender seus clientes. Os clientes são hospitais federais, estaduais, municipais e claro os da rede privadas dos principais convênios que conhecemos estão aumentando a sua base de leito hospitalar, ou ampliando seus prédios.

Já ouvimos falar que a pandemia antecipou o uso de muitas tecnologias que já existiam, mas não eram utilizadas, por exemplo a aula EAD, já existia há algum tempo, mas havia uma resistência grande por parte de todos, com o Coronavirus contaminando muitas pessoas, foi necessário utilizar desta tecnologia e permitir que todos assistissem as aulas com segurança em suas residências. Na mesma linha de raciocínio, muitas empresas já possuíam planos de expansão, mas com a pandemia e o aumento de pedidos, tiveram que colocar em prática urgentemente seus planos para atender a todos. Algumas sentiram no início a dificuldade de realizar reuniões online, mas agora já estão todos preparados e sendo mais efetivos e com isso ganhando tempo para a sua equipe. Toda aquela questão de ir para São Paulo com frequência, mudou, por exemplo tínhamos reunião toda semana na capital, no momento temos, mas virtual e no final todos estão gostando, pois conseguimos reunir mais pessoas em um evento online do que presencialmente, na última reunião com o Paulo Guedes tivemos mais de 1.300 empresários participando online.

Em relação ao dólar a taxa de câmbio está mais estável e com a nova taxa de Selic o Brasil ficou mais atrativo para investimentos internacionais, o Brasil se tornou mais atrativo para as empresas internacionais. Principalmente por conta da retomada em V que se projeta por ai a baixa do dólar favorece um equilíbrio do preço de várias matéria prima das indústrias.

O governo federal vem fazendo a sua parte e entregando este resultado na área econômica, e junto como nosso Vice Presidente Rafael Cervone mencionou na última reunião, temos que trabalhar com uma agenda positiva: Reforma tributária, Privatização da Eletrobras, Infraestrutura mais eficiente para nossa logística e várias outras demandas para acompanhar com o governo.

Acredito que devemos ser otimistas e enfrentarmos juntos esta grave crise, as Entidades estão para ajudar os empresários. Vamos acreditar no Brasil. Vamos acreditar em Deus e tudo vai passar.  

Procure o CIESP e veja como podemos ajudar.

Nivaldo J Silva, diretor do CIESP de Santa Bárbara d´Oeste,

diretor do e-Commerce www.LuGuicommerce.com.br

sábado, 22 de fevereiro de 2020

O efeito-rede da Magalu para se tornar o Wechat brasileiro


O mercado online está em plena expansão. Nesta semana vários grupos de WhatsApp compartilharam a mensagem da diretoria do marketplace que mais cresce no Brasil. Compartilho mais abaixo o conteúdo completo para quem não teve a oportunidade de ler a mensagem da diretoria do Magazine Luiza. 

Neste mês de fevereiro tive a oportunidade participar do almoço na sede da FIESP em São Paulo com Jair Bolsonaro nosso Presidente da República e nosso presidente do CIESP/FIESP - Paulo Skaf.


No almoço o Presidente Bolsonaro reforçou a necessidade de acreditarmos no Brasil e que toda sua equipe está fazendo um enorme esforço para a retomada da economia e principalmente a geração de empregos para nossas indústrias, mostrando que a FIESP está alinhada com o governo na defesa de vários pontos das nossas empresas.

"E os números mostram que o Brasil está no caminho certo. Todos estão ajudando o Brasil a ocupar o lugar de destaque no mundo” Jair Bolsonaro

Podemos ver todo este otimismo através do boletim Focus onde mesmo com uma pequena queda de projeção, ainda prevê um crescimento acima de 2 pontos percentuais. 


Acreditamos fielmente neste governo e que o Brasil vai retomar o crescimento, e vamos fazer a nossa parte, primeiro parar de reclamar do Brasil (ouvi exatamente esta frase da Luiza Helena Trajano no congresso do Magalu 2019), depois pensar localmente, o que podemos fazer no nosso município, no nosso bairro, na nossa empresa. 

Em relação a nossa empresa, precisamos nos capacitar, treinar e ficar atentos a todas mudanças do mercado. O ano já começou e as feiras também, em São Paulo por exemplo tem feira de negócios toda semana, claro que cada mercado é bem específico, de maneira que devemos saber o que está acontecendo no nosso mercado e participar dos eventos.
Nesta semana tive a oportunidade de participar do congresso Think Ecommerce da ecommerce Brasil





Dentro de várias palestras uma que mais gostei foi a do Bruno Kerber da empresa Lexos, como  tema Tenha lucro vendendo nos marketplaces. Vários palestrantes não defendem vender pelos marketplaces, mas ali assistimos um defensor deste canal de vendas que mais cresce no Brasil.





Acima temos o percentual que o marketplace representa em todo o mercado, são 40% das transações realizadas na internet.

Abaixo ele apresentou algumas informações do líder, o Mercado Livre, seguido pela B2W e crescendo muito o Magalu.


Dentro das tendencias do varejo online, ele mostrou que no Brasil apenas 5% das vendas são realizadas no meio eletrônico, enquanto que nos EUA são 10,7% e surpreendentemente a China já alcança 36% das vendas sendo realizadas de maneira online, ainda tendo a previsão de chegar em 2023 com 69,9%.


Ele reforçou a importância das empresas se prepararem para vender nos marketplaces, pois é uma tendencia muito forte.

Alguns especialistas citam que são mais de 40 marketplaces no Brasil, abaixo seguem algumas mencionadas na palestra.



Estamos caminhando para o fim de fevereiro, percebemos que o ano promete muito, vamos fazer todo esforço no CIESP de Santa Bárbara para manter o otimismo dos empresários que acreditam no Brasil, nas indústrias, nos ecommerces e nos nossos amigos empreendedores. 

Abaixo segue o MagaluDivulgação de Resultados do 4º Trimestre de 2019  o qual reforça mais ainda este otimismo todo no Brasil. Neste documento da diretoria para os acionista do Magazine Luiza eles citam que querem ser o Wechat (aplicativo chines que faz quase tudo) no Brasil. Eu estava almoçando com um parceiro da China nesta semana e ele falou que está perdendo funcionários da sua indústria para serem entregadores do aplicativo de compras Taobao ( Mercado Livre chines), algo assustador, mas isto já é assunto para um próximo artigo.

Espero que gostem e fiquem com Deus.

Até o próximo post. 







MENSAGEM DA DIRETORIA 

A revolução digital tem gerado inúmeras consequências para os negócios dos mais variados setores. Ela mudou os parâmetros, os modelos de negócio e as regras que, durante décadas, estavam consolidadas na academia e no manual de melhores práticas difundidas por consultores e adotadas por incumbentes vencedores. Nesta carta aos acionistas, gostaríamos de detalhar as mudanças relacionadas ao posicionamento estratégico. 

Hoje, quase todas as narrativas empresariais sobre opções estratégicas -- incluindo a nossa -- são recheadas de buzzwords emprestadas do dicionário digital: plataforma, superapp, ecossistema, big data, agile, lean, APIs. A pasteurização das narrativas faz com que seja cada vez mais difícil -- para o mercado -- enxergar autenticidade nas estratégias. 

A maior parte das empresas parece estar em busca do mesmo pote de ouro ao final do arco-íris. Buscam ser os próximos Facebook, Google, Amazon ou Alibaba ou, pelo menos, dizem trabalhar para atingir os múltiplos de valorização dessas empresas. Não importa se estamos falando de companhias do setor financeiro, de saúde, de educação ou de utilities. Não adotar uma narrativa "atual" e digital significa, para muitos, a admissão de uma liderança anacrônica ou reacionária. 

Ponto, linha e plano 

Mas, se provocou mudanças abruptas, a revolução digital também abriu inúmeras possibilidades estratégicas. Não há um modelo único. Cabe a cada negócio entender suas características e seguir o caminho que seja mais viável e adequado à sua realidade. 

Para descrever essas possibilidades e tentar dar mais clareza à questão do posicionamento estratégico em ambientes digitais, usaremos aqui conceitos criados pelo ex-estrategista-chefe do Alibaba, Ming Zeng: ponto, linha e plano. 

Ao atualizar a literatura de Michael Porter, Zeng afirma que as empresas serão ecossistemas digitais -- os planos -- ou orbitarão em torno deles. Ser um plano, diz Zeng, não é algo factível para a maior parte das organizações, seja por vocação (ou a falta dela), escala ou capacidades. A boa notícia é que existe enorme valor em adotar os outros modelos de negócio. As linhas controlam uma cadeia específica. São exemplos disso os grandes sellers de um marketplace e category killers de uma determinado segmento de varejo. Os pontos, por sua vez, são empresas super especializadas, que provêm soluções para linhas e planos. É o caso das companhias de adquirência que surgiram com as fintechs e das empresas de courier, criadas para concorrer com os correios. 

Durante 18 anos, nós, do Magalu, montamos um bem-sucedido modelo estratégico de linha. Nos tornamos uma empresa multicanal e lucrativa no ramo de bens duráveis. Mas, em 2018, decidimos que nosso formato nesse novo mundo seria o de plano. Passaríamos a ser um ecossistema, com foco em varejo. 

Por trás dessa decisão sempre esteve o nosso propósito. O Brasil rapidamente está ficando para trás no cenário global do ecommerce. Crescimentos medíocres fizeram com que a participação do comércio digital no total do setor ficasse estagnada em 5%. Hoje -- de um universo de 6 milhões de varejistas -- apenas cerca de 50.000 vendem online. E as soluções disponíveis não são capazes de resolver de forma sustentável os problemas que o varejo brasileiro enfrenta. O Magalu está numa posição absolutamente privilegiada para digitalizar o varejo brasileiro. Sabemos bem quais são as dores dessas empresas. Não nascemos digitais. Tivemos de enfrentar os mesmos problemas vividos hoje pela maioria dos varejistas analógicos. Faz muita diferença. Faz diferença também o fato de jamais termos tido licença para queimar caixa. Nossos acionistas sempre nos cobraram sustentabilidade de resultados. Desenvolvemos, assim, um modelo rentável e adaptado à realidade do país, alavancados principalmente por nossa plataforma física. Finalmente, temos em nosso DNA princípios corporativos fundamentais para quem escolheu ser um ecossistema. Acreditamos no ganha-ganha (ou na colaboração, para usar um termo do momento), no protagonismo do cliente e nas relações formais e éticas. São princípios, sob o nosso ponto de vista, fundamentais para dar escala ao e-commerce brasileiro. 

Democratizar o acesso. Este é o nosso propósito. Neste momento de nossa história, queremos materializá-lo por meio da inclusão digital de empresas e consumidores brasileiros. Nosso foco está nos pequenos e médios negócios e sobretudo nas pessoas da base da pirâmide sócio-econômica. 

Acreditamos que a inclusão digital pode ser uma das mais poderosas ferramentas que temos à mão para a redução de um dos nossos maiores problemas: a enorme desigualdade que ainda estigmatiza o Brasil. O acesso ao mundo digital pode empoderar microempreendedores e tornar seus negócios mais leves, eficientes e flexíveis. Fazer parte desse mundo permite que o mais humilde dos consumidores, das mais remotas áreas do país, possa contar com produtos e condições comerciais hoje restritos ao topo do mercado dos grandes centros urbanos. 

Nosso mais importante passo nessa direção foi o lançamento do marketplace, em 2017. Assim como o crescimento que queremos manter, o sucesso do marketplace Magalu foi exponencial. Com um modelo baseado exclusivamente em lojas físicas, levamos 43 anos para atingir nosso primeiro bilhão de reais em faturamento. Foram necessários 10 anos para conseguir o mesmo resultado com o comércio eletrônico. Em apenas três anos, fomos muito além com o marketplace: em 2019, foram 3 bilhões de reais em GMV. 

Um plano, ou um ecossistema digital, depende de vários elementos para se tornar viável: processos digitalizados e acessíveis disponíveis numa plataforma digital simples e escalável, algoritmos inteligentes que conectem vendedores e compradores, interfaces intuitivas, disponíveis para todos os participantes da cadeia. Mas nenhum desses elementos se compara, em importância, à escala. Quanto mais compradores, mais vendedores são atraídos para o ecossistema. Quanto mais vendedores e ofertas, mais compradores desejarão fazer parte dele. É o efeito de rede. O benefício proporcionado por um produto ou serviço aumenta conforme cresce o número de usuários. 

Por isso, em 2019, aumentar a escala foi nossa obsessão. Decidimos que o Magalu viveria 365 dias de crescimento chinês. A maior dos nossos KPIs foi vinculada à expansão -- Crescimento em progressão geométrica de GMV, da base ativa de clientes, do número de novas categorias e de itens à venda, quantidade de sellers, usuários ativos mensais no app e novas lojas foram algumas das metas que nos auto-impusemos. 

O Magalu terminou o quatro trimestre de 2019 com um crescimento de 51% nas vendas. O maior da nossa história. Temos, hoje, quase 25 milhões de clientes ativos (mais de 20 milhões deles com o Super app instalado), 15.000 sellers que, juntos, oferecerem 13 milhões de produtos em nossa plataforma. A empresa cresceu de forma orgânica. No ano, 159 novas lojas físicas foram inauguradas, as vendas aumentaram dois dígitos no critério de mesmas lojas no quarto trimestre do ano. Mas o Magalu também cresceu por aquisições. 

A mais espetacular delas -- pelo impacto provocado -- foi a da Netshoes, em junho do ano passado. Com a Netshoes não só entramos em duas categorias de enorme potencial -- artigos esportivos e moda -- como incorporamos uma das marcas mais queridas do e-commerce brasileiro. A Netshoes trouxe para o Magalu uma competente equipe de profissionais digitais e uma plataforma com 1.000 sellers, 4 milhões de clientes e 2,5 bilhões de reais em GMV. Com sua contribuição decisiva, o e-commerce do Magalu voou nos dois últimos trimestres do ano. Foram mais de 90% de crescimento acumulado no período. 

Este ano, a Netshoes completará duas décadas de existência. Esse empreendimento visionário agora não está mais sozinho. Ao se juntar ao Magalu, a Netshoes deixou de ser uma linha, no conceito de Ming Zeng, para se tornar um plano. A empresa continua a ser líder absoluta no e-commerce de artigos esportivos e está entre as maiores varejistas digitais de moda do país. A diferença é que, agora, faz parte de um ecossistema muito maior e, assim, passa a ganhar com o efeito-rede. A Netshoes aporta know-how específico das suas categorias e recebe do ecossistema economia de escala na logística e na retaguarda. Até o final deste ano, por exemplo, seus produtos poderão coletados em todas as lojas do Magalu. 

O mesmo fenômeno acontece com outras empresas compradas pelo Magazine Luiza. Primeiro, a Época Cosméticos. E, agora, a Estante Virtual. O valor isolado desses negócios é significativamente menor que suas contribuições individuais para fazer do Magalu um one-stop shop app. Com Netshoes, Época Cosméticos e Estante Virtual damos o passo fundamental para criar um Super App, nos moldes de aplicativos chineses como o WeChat. 

Se 2019 foi o ano do crescimento chinês. 2020 será o ano do #TemNoMagalu. Uma edição antiga de Crime e Castigo, de Dostoieviski. #TemNoMagalu. Ou o último livro do youtuber mais famoso do Brasil. #TemNoMagalu. A TV de 50 polegadas. #TemNoMagalu. Uma caixa de ferramentas. #TemNoMagalu. A calça da moda. #TemNoMagalu. Tem, ainda, no Magalu a camisa da seleção. Ou do seu time – seja ele qual for. Chocolates. O brinquedo preferido do seu filho. Fraldas para bebês. A cerveja para o churrasco do próximo final de semana. O sofá para a casa nova. 

Nossa missão em 2020 é reproduzir o caminho quase infinito da cauda longa criada pela internet. Queremos que nossos 25 milhões de clientes ativos saibam que encontrarão, em um único lugar e de forma legal e ética, tudo o que precisam ou desejam. 

Para que isso aconteça, vamos focar na integração das empresas adquiridas. Continuaremos a aumentar o número de parceiros do nosso marketplace, além de integrar todos os catálogos de produtos desses sellers e o back office. Tão importante quanto tudo isso -- sobretudo para uma empresa que nasceu e permaneceu especialista em algumas categorias por tanto tempo -- é comunicar aos nossos clientes que estamos rapidamente nos transformando num varejista de todas as coisas. Ao saber disso, eles vão nos acessar. Ao nos acessar, esperam facilidade para encontrar o que desejam. Tudo, por princípio, deve estar no Magalu e ser achado numa busca simples e intuitiva. 

Do lado dos sellers, uma de nossas principais responsabilidades, como ecossistema, é prover tecnologia e gestão. Como partes de um mesmo organismo, é fundamental que nossos parceiros tenham os mesmos padrões de serviços, confiabilidade, formalidade e atendimento ao cliente que o Magalu mantém. 

Foi isso que fez com que o MaaS (Magalu As a Service) se tornasse um pilar estratégico da companhia. No final de 2019, lançamos o MagaluPagamentos, hoje em fase de roll out. O foco desse serviço são os sellers. Com o MagaluPagamentos vamos, ao mesmo tempo, monetizar o crescimento acelerado do marketplace e monitorar a cadeia, com o controle do fluxo de pagamentos de nossos parceiros e a oferta de recursos para eles a taxas inferiores às do mercado. Também acabamos de lançar o MagaluPay, serviço voltado para consumidores finais e absolutamente integrado ao nosso Super App. Seu objetivo é criar valor para o ecossistema do varejo -- e não operar como um ecossistema apartado. 

Nos dois casos, seguimos com a estratégia de plano e não a de linha. Queremos conectar nossos clientes às melhores soluções financeiras disponíveis. Não temos a pretensão de ser banco. Queremos, sim, criar uma plataforma digital de pagamentos que retroalimenta o varejo. 

No âmbito do MaaS, também lançamos e estamos desenvolvendo o MagaluEntregas. Hoje temos o melhor nível de serviço logístico do e-commerce brasileiro. E, mais: com o menor custo, graças, sobretudo, à integração multicanal e à nossa malha própria de distribuição. Para o 1P (produtos de estoque próprio), 66% das entregas são realizadas em até dois dias -- um percentual que melhora continuamente. Com o MagaluEntregas, nossos sellers se beneficiarão dessa mesma cadeia logística, o que inclui a venda de produtos com retirada em nossas mais de 1.100 lojas. Enfim, temos hoje um marketplace multicanal de verdade. 

Passamos pelo ano do crescimento chinês sem tirar o cliente da veia (nosso lema em 2018). Crescemos ao mesmo tempo em que melhoramos o NPS e reduzimos o número de reclamações formais. Somos o único, entre os grandes varejistas brasileiros, a ter o RA1000 do Reclame Aqui -- mesmo com a decisão de não separar as reclamações do marketplace (3P) das do e-commerce 1P. 

Entramos e vamos trilhar o ano do #TemNoMagalu sem abrir mão do crescimento chinês e do cliente pulsando em nossa operação. Vamos continuar a investir para que a interação desses três lemas seja possível. A companhia continuará a fazer trade offs de margem de curto prazo sempre que isso estiver de acordo com a estratégia e para assegurar os melhores resultados de longo prazo. 

Nos últimos 2 anos, a Companhia investiu cerca de 2 pontos percentuais de margem EBITDA -- passando do patamar de 8% para o patamar de 6% -- na aquisição de novos clientes, na melhor experiência de compra, redução de prazo de entrega e na consolidação dos números da Netshoes, gerando muito valor para todos os nossos clientes e acionistas. E não vamos parar por aqui. Temos muitas oportunidades pela frente. Esse ano, seguindo a mesma tendência, vamos continuar a investir na entrega mais rápida, em nosso Super App, no Magalu Pay e vamos acelerar o processo de integração das empresas adquiridas, com destaque para a Netshoes. 

Novamente, acreditamos que estas iniciativas aumentarão nossas despesas no curto prazo, mas irão gerar muito valor no futuro. Após uma bem-sucedida oferta de ações, o Magalu garantiu uma estrutura de capital sólida o bastante para levar adiante nossa missão. Por fim, agradecemos a nossos mais de 30.000 colaboradores, cuja energia e engajamento têm sido do tamanho dos nossos sonhos, aos sellers, aos fornecedores, parceiros de negócios, investidores e acionistas. O nosso diário muito obrigado a cada um dos nossos clientes. Gratidão também #TemNoMagalu.

 A DIRETORIA

sábado, 14 de dezembro de 2019

O Brasil de volta ao trilho do crescimento



Já estamos nos últimos dias do ano, e finalmente temos uma projeção boa para o futuro brasileiro, bem diferente dos últimos anos. 

Realmente é o que sentimos, que 2020 é o ano da retomada, do crescimento e da geração do emprego. 

Tenho um amigo que estava desempregado por mais de um ano, e recentemente foi contratado por uma grande montadora de veículos, o interessante que ele e mais de 60 novos montadores, estão sendo preparados para aumentar a produção do próximo ano. Assim como as grandes empresas estão otimistas e já se planejaram para o aumento da demanda, os pequenos empresários também já sentem uma melhora. Há alguns meses eram poucos casos de empresas que estavam fechando positivo, agora é a grande maioria que estão com a expectativa em alta. 

O Copom aplicou mais um novo corte na taxa básica de juros (SELIC) nesta semana, chegando a margem histórica de 4,5% ao ano, em uma entrevista do presidente da caixa econômica ele afirmou que quando a taxa básica baixar a caixa vai baixar no outro dia seus juros. E vejam que não é nada forçado igual foi no governo passado, mas comprovado matematicamente, e desta maneira, os outros bancos seguirão a tendência. Até porque não fazia sentido a SELIC em baixa e os bancos privados cobrando juros absurdos. 

Em relação ao desemprego, neste ano deve ter uma contratação próxima de 1 milhão segundo o presidente da FIESP, o Sr. Paulo Skaf. A redução da taxa SELIC vem no sentido de ajudar a baixar a taxa de juros dos financiamentos, com isso os empresários investirão mais em suas empresas e necessitarão de mais mão de obra. 

O cambio está equilibrado, chegou a bater recordes de aumento, mas já está retomando para uma projeção de R$4,10 o que garante uma visão clara para quem importa e também ao exportador. 

A credibilidade do Brasil em relação ao mercado internacional está em retomada de confiança e logo teremos mais empresas investindo no nosso Brasil, no estado de São Paulo e quem sabe na cidade de Santa Bárbara d´Oeste. 

Neste ano o crescimento do PIB deve ficar acima dos 1,1% segundo divulgação do Banco Central do Brasil e para 2020 já existe economistas acreditando na possibilidade de chegar a 3,0 %. No último mês estive com o gerente de infraestrutura da FIESP e perguntei se teremos energia elétrica para um ritmo de crescimento, e a resposta foi positiva, sim há espaço para crescer. Ou seja, temos tudo para dar certo. 

Temos um governo preocupado com os empreendedores, vejam esta fala do vice-presidente Hamilton Mourão na abertura do 13º Congresso Brasileiro da Construção (ConstruBusiness) 

“Sabemos que empreender é um desafio, mas temos trabalhado para retirar o peso das costas de quem investe e produz neste país, que são vocês, os que conhecem tão bem as dificuldades oriundas de ambiente burocrático e com baixo dinamismo econômico” 

Tivemos ao longo do ano muitos ganhos conquistados pelo trabalho da equipe do CIESP e FIESP que defenderam os interesses das nossas indústrias, como por exemplo: 

· A suspensão do bloco K; 

· MP 905 que trata do programa de contrato Verde Amarelo; 

· Normatização de várias Normas Regulamentadoras, principalmente a NR12; 

· A Reforma da Previdência; 

A FIESP ajudou a esclarecer a inverdade sobre o desmatamento na Amazônia através de um estudo exclusivo em vários idiomas, material que foi apresentado aos 50 principais CEOs de empresas internacionais, também cobramos a redução dos juros abusivos através da campanha não vou engolir sapo. 

Em um evento em Brasília, o nosso Presidente da República, Sr. Jair Bolsonaro lembrou que: “as indústrias podem até sobreviver sem o governo, mas o governo sucumbirá sem as indústrias, e que ele vai fazer de tudo para não atrapalhar os empresários”. 

Com todo este otimismo, agora é hora de planejar estrategicamente o que podemos fazer no próximo ano para aproveitar a oportunidade que estará em questão. 

Fiquem com Deus e desejo um Feliz Natal e próspero ano novo a todos. 



Nivaldo J Silva, diretor do CIESP de Santa Bárbara d´Oeste, 
diretor do e-Commerce www.LuGuicommerce.com.br




sábado, 16 de março de 2019

Momento econômico - março 2019




Resolvi colocar no título deste artigo o mês de março, por conta de termos mudanças no cenário econômico a todo momento, estamos passando por algumas incertezas políticas, e com isso o tão esperado desenvolvimento econômico e a retomada da economia não surgem.


Não temos visto na mídia de uma maneira geral uma discussão sobre como colocar o Brasil no trilho, só vemos debates sobre os twitters do presidente, sobre a escola de samba campeã, sobre outras tragédias que não param de surgir, mas precisamos também analisar o cenário e trabalhar para reduzir a tragédia de 14 milhões de brasileiros que estão desempregados, sem dinheiro para manter suas contas pagas. Em uma palestra recente, disseram que 60% das empresas brasileiras possuem débitos por conta da forte crise que passamos nos últimos anos. Já se passaram 2 presidentes durante este momento, Dilma e Temer, e agora o Jair Bolsonaro tem a missão de alinhar a retomada, sendo assim precisamos crer que agora vai.



Na última semana participei de uma palestra com o Vice Presidente do CIESP, Sr José Roriz, vou relatar abaixo alguns trechos debatidos no evento, cada parágrafo merece nossa atenção e leva a uma boa reflexão.



  • O Brasil é visto no mundo todo como um potencial no agronegócio e teremos grandes investimentos nesta área, claro que alguns investidores estão aguardando melhorar o cenário político e ver se o governo tem uma boa convivência com o congresso, tendo como teste a aprovação da reforma previdenciária.
  • Alguns setores são alavancadores de empregos, óleo e gás, aviação com a Embraer, indústrias farmacêuticas, e obras em infraestrutura.
  • Precisamos trabalhar para agregar valor nos produtos exportados, não podemos só exportar soja sem nenhum beneficiamento. Claro que leva tempo, mas se não iniciarmos agora, nunca teremos uma exportação com valor agregado alto, seremos sempre campeões em commodities. 
  • O Brasil possui 1,25% de participação na exportação mundial e há espaço para termos 3,2% ou seja é um boa oportunidade.
  • A projeção da demanda de energia elétrica eólica é muito boa, e com isso empresas da nossa cidade podem ser beneficiadas por esse aumento nos projetos, gerando mais empregos para nossa região. 
  • O envelhecimento da população é uma grande oportunidade para as industrias de produtos farmacêuticos, telemedicina, e também o turismo.

  • Estamos discutindo muito sobre Industria 4.0, mas é importante entender que a indústria de manufatura continuará a existir, não teremos uma impressora 3D que produzirá um sapato, uma turbina de avião, uma máquina agrícola, a tecnologia está a nosso favor para aumentar a produtividade e aumentará o emprego na indústria, não podemos deixar de lado nossos processos produtivos e acreditar que tudo será resolvido pelos aplicativos.



  • A expectativa era de termos um crescimento do PIB próximo de 2,6%, mas nas últimas semanas, a projeção foi para baixo, tanto que alguns economistas estão falando em crescimento próximo de 1,5%. Faz todo o sentido, pois, esperávamos medidas macroeconômicas já no primeiro mês, não aconteceu, depois em fevereiro, também não e agora já estamos no meio de março e ainda algumas empresas estão patinando para iniciar o ano.


A falta de credito dos empresários dificultam os investimentos, os bancos são concentrados em 5 grandes, as taxas de juros deles são absurdas, se ficar devendo em um banco os outros já sabem na hora e cortam seu credito, mas quando você paga tudo em dia em um banco, o outro banco não te oferece taxas oportunas, essa questão poderia ser resolvida através do cadastro positivo e na abertura de novos bancos, não ficando na mão de poucos, mas isto já é assunto para outro artigo.




Esses temas discutidos aqui estão no estudo que foi entregue a equipe do presidente e fazem parte da pauta apresentada aos principais ministros, claro que foram discutidos outros temas não relacionados aqui neste artigo, e podem ser acessados no link Fiesp.

Nós do CIESP Santa Bárbara procuramos trazer para o município este debate e através das reuniões mensais, reuniões do NJE, do grupo de RH, do grupo de COMEX, entendemos a situação das nossas empresas de médio e pequeno porte e levamos para São Paulo estas informações. Ficamos a disposição para conversamos mais a respeito. 

Um abraço e vamos que vamos pra cima com nossos negócios.
#boravender


Que Deus nos abençoe. 

Nivaldo J Silva, diretor do CIESP de Santa Bárbara d´Oeste, 

diretor do e-Commerce www.LuGuicommerce.com.br

segunda-feira, 26 de março de 2018

Em vez de reclamar, vamos nos capacitar. O ano de 2018 promete!

Mais e mais treinamento!!!


Participei de mais um treinamento de Vendas. 
Foi um sábado todo aprendendo as técnicas de Vendas.
Tudo para ampliar o conhecimento e aplicar na CirurgicaSantaBárbara.com.br
Vamos que vamos.





O Workshop foi com o Thiago Concer, muito bom, simplesmente Show. 
Conhece muito de vendas. ou seja vende muito. Tem um canal muito bom no Youtube.


Ele apresentou muita técnica, prática e tarefas para aplicarmos com a nossa equipe.
Material muito bom, artigos publicados na revista Vendas Mais.


Alguns palestrantes dizem que devemos ter o brilho nos olhos, é disso que estamos falando.


O ano promete muito, segundo o boletim focus da FIESP, teremos um crescimento próximo de 3% para esse ano.

O Thiago Concer tem uma entrevista com a Bia Assumpção muito boa para entendermos as dificuldade de vendas.









Não ficamos parados nessa oportunidade, fomos atras do conhecimento em mais um evento do IEV (Instituto de especialização em vendas). 



Desde o dia 06 de janeiro na palestra do Flávio Augusto, pensamos que esse é o ano.





Sempre tem que sobrar um tempo para o café.




A grande questão em vendas está baseada no funil de vendas. segue o link da Endeavor com um material muito legal.


Um abraço e boas vendas.
Que Deus nos proteja e nos oriente.
Até o próximo post.


quarta-feira, 14 de março de 2018

"Chega de Engolir Sapo"




Estivemos, terça-feira (13), no lançamento da Campanha "Chega  de Engolir Sapo", que é contra os juros mais altos do mundo, cobrados dos consumidores brasileiros.  Como diretores do CIESP de Santa Bárbara d´Oeste representamos a cidade no lançamento dessa importante campanha.


 A iniciativa foi lançada durante  a reunião do presidente da Fiesp e Ciesp (Federação e Cento das  Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, com líderes da  indústria, do  comércio, dos serviços e da agricultura que representam  milhares de empresas e milhões de empregos.



Ao apresentar o conceito, Skaf destacou a importância do dia e lembrou a semelhança com o início, em setembro de 2015, da campanha Não Vou Pagar o Pato. Além de impedir, graças ao forte apoio popular, o aumento de impostos, o Pato acabou virando símbolo da luta pelo  impeachment. A apresentação da campanha "Chega de Engolir Sapo" na  calçada da Fiesp contou com várias ações, como um sapo de 3 metros no mezanino, outros dois de 5 metros, sendo um na entrada da entidade e outro no Conjunto Nacional, distribuição de folhetos explicativos, balões, sapinhos e sapecos verdes.





 "A campanha de não vou pagar o pato teve o resultado esperado, evitando o aumento de impostos. Agora é a vez de iniciar a campanha com foco em reduzir os juros que pagamos no dia a dia. #chega de engolir sapo é a nossa campanha da vez".


 A pessoa que tivesse depositado dez anos atrás R$ 100 na caderneta teria hoje R$ 198,03, enquanto uma dívida de R$ 100 também contraída dez anos atrás representaria hoje R$ 4.394.136,97. Mais de quatro milhões de reais.


A situação está critica para as empresas de vários setores, é hora de reduzirmos os juros pagos, seja no cheque especial, nos financiamentos assim como nas operações de pagamento, onde todos saem prejudicados, uma vez que a empresa paga um juros alto para vender em 30/60/90 por exemplo, o consumidor final terá um valor maior por parcela.





O Brasil baixou a Selic, a taxa básica de juros da economia, para o menor valor da história. Mesmo assim, os juros cobrados do consumidor e das empresas continuam sendo os maiores do mundo. Por que bancos ainda cobram taxas de juros astronômicas e injustas no Brasil? É hora de dar um basta!


Essa é a nossa campanha.

Até o próximo post.


segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Projeções para 2018.


Fiesp prevê fortalecimento da retomada da economia em 2018 



Cenário de recuperação consistente é beneficiado por fatores como menor endividamento das famílias e tendência ao aumento do crédito 


Análise feita pela Fiesp e pelo Ciesp mostra que em 2018 deverá ganhar força a retomada da economia brasileira. Com a redução do endividamento das famílias e das empresas, condições favoráveis no mercado externo e redução da taxa de juros, há tendência à expansão do crédito, levando ao aumento do consumo e estimulando a produção. Também deverá haver manutenção da melhora do mercado de trabalho, com queda da taxa de desemprego e elevação da massa salarial.


Para a economia como um todo, a expectativa da Fiesp é de crescimento de 2,8% do PIB no ano que vem. E para o segmento da Indústria de Transformação o crescimento projetado é de 3,1%. Em relação aos investimentos (formação bruta de capital fixo), a expansão esperada é de 3,2%.


As previsões para 2018 são respaldadas por resultados positivos em diversos aspectos da economia, que vem de três trimestres seguidos de crescimento do PIB, incluindo expansão de 0,1% no terceiro trimestre, em relação ao anterior. É um sinal de recuperação consistente, sustentada pelo consumo. Também houve no terceiro trimestre crescimento no consumo das famílias, além de volta da expansão dos investimentos, depois de longo período de quedas sucessivas.



As boas notícias devem continuar até o final de 2017, com o cálculo da Fiesp de crescimento do PIB de 0,5% no 4º trimestre em relação ao 3º. O PIB projeta crescimento de 1,1% no ano, e o PIB da Indústria de Transformação, de 1,2%.






Dados recentes apontam para a consolidação da recuperação econômica. É o caso do desempenho dos setores industriais (como veículos automotores) e do comércio varejista. Além disso, a melhora do mercado de trabalho e a recuperação da confiança do empresariado reforçam o cenário de retomada da economia.

Para que esse processo de retomada da economia se mantenha e que seja acelerado o crescimento, é essencial que as reformas estruturais, como a da Previdência e a tributária, sejam aprovadas. Além disso é fundamental o barateamento do crédito com a redução dos spreads bancários.

A saída da recessão até aqui foi lenta, porém consistente, sustentada pela melhora da massa salarial, inflação baixa, redução da taxa de juros, aumento das exportações, entre outros fatores que se espera que sejam mantidos em 2018, permitindo a aceleração da retomada do crescimento.



Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp)Assessoria de Jornalismo Institucional

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Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp)Assessoria de Imprensa

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